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terça-feira, março 21


DUAS BOAS DO POP

No Museu de Arte Moderna, a exposição de Roy Lichtenstein. Nas livrarias, o novo livro de Nick Hornby, “Uma longa queda”.

A felicidade do blogueiro que vos escreve é tamanha que mal cabe neste post. Começa hoje e vai até o dia 21 de maio a exposição do Roy Lichtenstein no MAM do Rio de Janeiro, chamada “Vida Animada”. Certa vez, uma amigo disse que, se existisse uma oração para a pop art, ela com certeza terminaria deste jeito: “Em nome do Andy Warhol, do Roy Lichtenstein e do Keith Haring. Amém”.

Concordo. Afinal, se o cara que pintou Marilyn Monroe em diferentes cores e imortalizou as latinhas de sopa Campbell é tido como o grande Pai da arte pop, os desenhos de Lichtenstein, inspirados em histórias em quadrinhos, coloridos e pontilhadinhos, cheios de dor existencial e mulheres que sofrem por amor, é, com certeza, o filho direto de Warhol.

O espírito santo fica por conta de Keith Haring e seus bonequinhos coloridos que dançam, trepam e se amam. Que ele não fique chateado. O holy ghost também é super legal.

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Ainda sobre felicidades pop, chega às livrarias, bem atrasado, o último romance de Nick Hornby, o cara que escreveu "Alta Fidelidade", "Um Grande Garoto" e "Febre de Bola" (os três já filmados para o cinema). Desta vez, o jornalista britânico lança "Uma Longa Queda (A Long Way Down)", que conta a história de quatro suicidas na véspera do Ano Novo.

"Eu queria escrever algo que chocasse, uma história extremamente para baixo, queria ver se conseguiria tirar esses personagens do fundo do poço sem ser sentimental ou irrealista. Se eu escrevesse um livro sobre depressão completamente depressivo, por que alguém o leria?", explicou o autor.

Exato.