<BODY> philipinas: Março 2003

sexta-feira, março 28


* The Essential Sly & the Family Stone: Por quê ter? Se você ainda não sabe o que é uma hot fun in the summertime, não conhece everyday people, nem dance to the music e não tem family affair, por onde você andou? Que tipo de negão você quer ser sem conhecer o Sly & Family Stone? Até a Marisa Monte conhece. Os tribalistas estão até sendo acusados de plágio por chuparem o refrão de family affair para o começo de já sei namorar... Este disco é um greatest hits. Tem 35 faixas do melhor da banda. É música boa, de prima, de preto (don´t call me nigger, whitey). Mais informações acá.

* Quem traz disco novo também é o Goldfrapp. "Black Cherry" é o nome. Os caras, no segundo disco, aparecem menos sombrios, mais safados e pelo que me parece, mais bagaceiros. Espero pra escutar tudo e não ter que concordar com o que ando lendo. Mas vai ser difícil fazer uma música mais legal que utopia. Dá uma olhada no site da dulpa mais cool da Inglaterra (deixa o EBTG saber disso) pra ver como anda o clima.

* Eu odeio entregar o ouro, mas como eu sou exibido, vou dizer. Ando ouvindo uma rádio da França muito boa. É basicamente eletrônica. Se você gosta de house music boa, hip hop, pop decente e djs tocando ao vivo, corre lá. Se chama Radio FG.

* Não sei se vocês já estão por dentro da nova campanha de inclusão digital que pretende "alfabetizar" os 90% da população exclusa digitalmente no Brasil. O Fábio está dando alguns exemplos dessa nova iniciativa do governo.

* Viu o filme "Quero ser John Malkovich"? Se você pudesse entrar na cabeça de alguém e ser esta pessoa por um dia, quem você seria? É a pergunta que o Multi-uso tá fazendo.

* Chega de asteriscos.

* Ok, só mais um. Já tá na rede o vídeo de American Life, da Madonna. Kick ass! Salve destino como Shhh tá funcionando. Mas não espalha.

quinta-feira, março 27


"Iêêêêêê!!!"


Um ano. Um pedaço pra cada um. Sem brigas.

About Jack Nicholson

Eu não li o que andaram falando das "Confissões de Schimdt", o filme dever de casa de Jack Nicholson. Só sei que é uma delícia. Dá pra imaginar ele pegando o roteiro e lambendo os beiços. E na tela, você percebe que ele adora. Faz o papel de um aposentado que se encontra com a infelicidade e com o fracasso de sua vida. A mulher morre e a filha está pronta pra se casar com um loser americano, que é acompanhado por uma família cheia de tipos esquisitos, incluindo Kathy Bates, a injeção de adrenalina do filme que, assim como o senhor Schmidt, está com os olhos quase fechando de tanto tédio. O filme acompanha essa inércia e esse tédio do personagem principal. Mas nem por isso é ruim. Aliás, é muito bom. Não apela para o riso fácil, nem para a grande lição de moral. Schmidt não é um homem ruim como em "Melhor é impossível". É cínico. É desgostoso. Numa das melhores cenas do filme (vou contar), uma mulher que "consegue enxergar o interior das pessoas" diz que vê nele muita dor, raiva e tristeza. A reação do personagem diante da descoberta da nova amiga é um barato. Veste a carapuça que lhe foi dada e se consola no peito dela. Recebe carinhos na cabeça. Ela fica feliz por ter acertado a situação trágica dele. E ele, logo em seguida, rouba um beijo. A mulher, puta, o expulsa aos gritos.

Não brigue comigo por ter contado essa parte. O filme traz cenas melhores. No final, quando você pensa que Schmidt (e o diretor) vão se render e tirar grandes valores da vida medíocre do aposentado, o filme é mais cínico ainda. Você pode dizer que não acontece muita coisa. E realmente não acontece. É sobre Schmidt. Um velho filho da puta que não pensa em encontrar a felicidade. Mas que tenta conviver com a tristeza que o rodeia. Kathy Bates vale o ingresso. Assim como Jack Nicholson. "About Schmidt" não é humor negro. É cinismo social. Tem diálogos honestos, câmera sincera, atuações brilhantes e não te faz de bobo.

quarta-feira, março 26



Tá na capa do Globo On desde 1 hora da tarde. Até agora (17 horas), não tinham corrigido. "Entre assaltantes e bandidos"? Qual dos dois é a polícia mesmo?

terça-feira, março 25


Deu ontem, no JB, na coluna Insite, da Marina Lemle:

"Barraco nada tático

Um repórter do telejornal SPTV, da Rede Globo, e produtores do Mídia Tática quebraram o maior pau na manhã de 13 de março. O jornalista chegou antes da abertura da mostra e, na falta de expositores para explicar as obras, resolveu gravar suas próprias interpretações, ao que a produção se opôs. A reportagem do Centro de Mídia Independente filmou o barraco, com direito a palavrões, e botou na web."


* Pra não travar tudo aí, clique com o botão direito e salve destino como (tá vendo? posso trabalhar no s.o.s. computadores). O vídeo é interessante. Mostra o jornalista que filma a tal exposição fazendo comparações das obras lá encontradas com programas da tevê globo como o Big Brother e sendo avacalhado, depois, pela menina que fez o vídeo. Ela se coloca como vítima da arrogância do repórter que queria tudo pronto e bem explicado na hora que chegou. É engraçado. O vídeo poderia ganhar mais credibilidade se a menina não sacaneasse tanto o repórter. As imagens já são o suficiente para entender tudo. É meio que uma briga entre o pessoal "cabeça" da exposição paulista e o repórter "burro" da tevê globo. Ambos valorizando os seus trabalhos e com bons motivos para se estressar. É grande, mas vale a pena.

segunda-feira, março 24


  
  

Se você quer protestar contra a guerra, colar no seu blog um banner, imprimir várias folhas e sair colando pelo trabalho, na mesa do seu chefe ou na parede do seu quarto, eu sugiro que dê uma olhada neste site. Tá bem divertido. Você ainda pode dar uma de "dizáin" e enviar o seu pro pessoal do site. Vai lá! Wake the world!

domingo, março 23



Já vazou. Uma rádio polonesa tocou, um site pegou, deu pra download e 5 minutos depois, fechou por ordens da Warner. Mas um amigo conseguiu e me mandou. Eu já tenho American Life. Nem vem me pedir. Isso é crime. Pode desencadear numa guerra.

Atualizando:
Ok, salvar destino como, agora, com o rap no final.

quinta-feira, março 20


O Fábio fez o fab;ograf;a. Mais um blog preu ficar feliz. Aliás, tem conto novo no inter:urbanos e gente nova na minha lista (que é um bookmark) de blogs. Bença Nemo, Adriano, Cora, Marina e Gabriela.

quarta-feira, março 19


American way of life

Dear God, i just hope those french fries are not cold. I hate them cold. I hate Pepsi either. Where´s the coke?Parece que não adiantou muito. O Bush quer atacar e pronto. Passou por cima da ONU, por cima da gente (que saiu em protesto pelo mundo afora); enfim, vai meter bomba no Iraque pela paz, por mais contraditório que isto pareça. E todos sabemos que guerra vende. E como. A CNN já está lambendo os beiços. Deve já ter montado as câmeras por lá e ocupado os melhores lugares. O soldado reclama: "But Sir, este cinegrafista está no lugar onde eu teria que me posicionar..."- cara de paisagem de seu superior... Na cena musical, tem uma pá de gente protestando. E com isso, sofrendo boicote de gravadoras. Bono sumiu de todas as revistas. Diversos atores, como Sean Penn e Martin Sheen (que faz o presidente dos EUA em " West Wing", uma das séries de maior audiência por lá), andam perdendo trabalhos importantes em Hollywood e sendo acusados de anti-patrióticos. Mas bandas como Beastie Boys, que lançam gratuitamente pela web, músicas como "In a world gone mad" e Madonna, que já vem vestida de soldado com o seu novo single "American Life", preferem tomar uma posição mais pacifista. Não defendem Saddam, muito menos Bush. Lutam pela paz não com bombas, mas com músicas (nossa, eu não escrevi isso). Mas não tenho culpa. Essas manifestações artísticas-políticas me lembram coisas como "We are the world" do Quincy Jones. Fazer o quê?

Lendo o no mínimo, vi no Pedro Doria a notícia de um iraquiano que está blogando de Bagdá, com inglês perfeito. E de lá, vai narrar tudo que acontece em sua vida. O nome do blog é "Where is Raed?". Esse sumido Raed é o namorado jordaniano que Salam, o dono do blog, tanto procura. Resta saber se tudo é verdade ou não.

Os estaduzunidenses já estão lá. Essa foto do garoto rezando, no Iraque, em frente a um copo de Pepsi e um prato de freedom fries (batata-frita como anda sendo chamada pelos americanos, depois da birra com Chirac) é excelente. É tão "marcando território" quanto àquela bandeira americana colocada pelo astronauta na lua. Tipo: "Dã, we are here. Don´t know what we´re doing, but we´re here". O ódio aos EUA anda crescendo. A fome bélica do Bush não pode ser saciada com um pretzel. Será que se ele tivesse o costume de jogar "Medal of Honor" no playstation, ele estaria fazendo tanto barulho? Inocente comentário. Alguém deu a idéia de colocar o Papa lá na fronteira, pedindo por paz. Não se fala em outra coisa. Tem sites fazendo contagem regressiva como se fosse Ano Novo no Iraque. A tevê Globo tentou colocar uma pelada maluca no big brother pra ver se ganhava mais espaço na mídia para o seu produto. Não adianta. Ninguém sabe mais o que fazer pra parar o Bush e seu estilo americano democrata de ser. Aliás, como será que está Regina Duarte neste momento? Debaixo da cama?

terça-feira, março 18


...and all that shit!

Queen Latifah
Fui ver "Chicago". O que pode se esperar de um musical estrelado por Renné Zellweger e Zeta Jones? Bom, uma história simples, mas bem contada, de duas assassinas vedetes, com números musicais medianos and all that shit... O filme desperdiça o talento de Queen Latifah, uma 'mama' gorda da prisão (onde se encontra as duas personagens principais), deixando a cantora só com um único número musical. O mesmo acontece com John C. Reilly (indicado assim como Latifah para melhor coadjuvante), que canta "Mister Cellophane", uma das melhores cenas (e músicas) do filme. Um musical levado nas costas por Renné, daquela finurinha, até que não chega a cair. Mas depois de "Moulin Rouge", fiquei mais exigente. Depois de "Dançando no Escuro", quero mais e melhor.

Qual o nexo da tão esperada volta dos musicais aos cinemas sendo que eles são feitos nos mesmos moldes e com a mesma cantoria dos antigos? Ok, é a adaptação de um sucesso da Broadway dos anos 70, mas se ao menos tivesse uma Liza Minelli, assim como o bom "Cabaret", até vai. Mas Renné-Piu-Piu-Zellweger e Catherine-Frajola-Zeta-Jones não brilham o suficiente. Estamos falando de musical. É necessário o tal glamour, o carisma, o brilho, boas músicas, uma estrela and all that shit...

Deve ganhar o Oscar. Faturou mais que Moulin Rouge, as velhas adoraram, a história é leve, o piu-piu é uma gracinha and all that shit... Mas nem deu pra sair empolgado. Se o musical fosse bom mesmo, eu provavelmente estaria dando uma de Gene Kelly pela chuva que não pára de cair aqui no Rio. Claro, seria uma merda também. Ah, o Richard Gere tava no filme.

segunda-feira, março 17


Blog é coisa de menina. É falar com as paredes. É fazer post que parece música do Cazuza, é falar com o umbigo, é atrapalhar resultados em sites de busca, é vender o próprio peixe, é exercitar a leitura com quem não sabe escrever, é escrever o que bem entender, do jeito que quiser, é um puxadinho na internet, é depósito de baixaria, é classificado, é lugar para desconhecidos com tendências a popstars, é cortiça de menina, é a intimidade da rede, é a verdade e a mentira da internet. Algo mais?

sábado, março 15


Happy Tree Friends:
  

quinta-feira, março 13


Get into the Groove...
Anos 80: Madonna + Keith Haring

quarta-feira, março 12


segunda-feira, março 10


"Catch me if you can", disse o Pianista

Assistir ao filme "O Pianista", do Polanski, é até agradável. É um filme bonito. Sofrível como a maioria dos filmes que abordam o tema do holocausto, mas bom. Ok, não chega a ser excelente, mas tem história. Aliás, Stephen Daldry, de "As Horas", deveria aprender como adaptar um livro para o cinema vendo este filme. O ator Adrien Brody é bom. Você passa o filme inteiro com ele, tentando escapar dos alemães desgraçados matadores de judeus (ok, ainda estou emotivo). E é impressionante como o cara escapa disso. Devido ao seu charme de pianista narigudo, tem boas influências e consegue se refugiar em apartamentos localizados nos locais mais seguros de Varsóvia. E por lá, fica; passando fome e tentando fazer menos barulho que uma mosca. E é aí que o filme cansa um pouco. Da janela, o pianista pode assistir toda a barbaridade: tiroteios, conflitos, tanques, explosões, pessoas sendo fuziladas em fileira, etc. Num surto de humor negro, pensei no protagonista exclamando: "That´s home entertainment!"

O filme tem momentos bonitos, apesar de não trazer nada de novo para o tema "campos de concentração", como fez um "Lista de Schindler" da vida. O tal piano protagoniza uma das cenas mais legais no final do filme, quando um oficial nazista encontra o fugitivo em uma casa abandonada. O único problema é que nessa hora, os filhos da puta do cinema, já sabendo que o filme está acabando, começam a abrir portas com travas de ferro e cortinas barulhentas. Celulares começam a acender, bolsas começam a se mexer e toda a atenção, antes voltada para o filme, é atrapalhada por esse bando de ruído causado por seres nojentos que vão ao cinema por não terem algo mais importante pra fazer na vida. Que vão ver um filme assim como vão ver a porra da árvore de Natal na Lagoa, assim como vão dar uma volta na porra do calçadão. Eu mataria todos. Depois empilhava tudo, metia fogo e sentava ao meu piano pra tocar Chopin.

sexta-feira, março 7


Oscar, Hortência, Magic Paula...

Ok, ver "As Horas" não é a coisa mais agradável do mundo. É um filme chato. E põe chato nisso. Imagine um filme com mulheres densas. Três mulheres densas. Todas beirando a maluquice por estarem lidando, tão perto, com a morte (ou com a falta de sentido da vida). Eu confesso que consegui dar algumas risadas durante o filme. Me chame de maluco ('chame-me' de cu é rola), mas não dava pra não rir vendo aquele bando de lésbica mal humorada roubando beijos e tentando se matar. As cenas do beijo são até interessantes. Mas a que me fez rir realmente (por dentro, claro, senão me enchiam de porrada), foi a do suicídio de Virginia Woolf (num tô nem aí se você não assistiu, vou contar). Imagine tentar se matar. Como você faria? Não é patético demais planejar a própria morte? Só uma pessoa com total ausência de senso de humor faria tal coisa. E lá foi Virginia, colocando pedras grandes no bolso e entrando devagarzinho no mar. E lá ficou. Só com a cabecinha pro lado de fora. Fico imaginando o que ela poderia estar pensando: "Bom, tô aqui pesadinha...daqui a pouco a água sobe e eu morro". Ah, vai...Vai me dizer que ela está tão no mundo da lua e com tanta "sensação de despertencimento" que não pára pra pensar na situação em que se encontra? Ninguém é tão louca assim. Ninguém rasga dinheiro. Ninguém se mata como bebe um simples copo d´água. Só Virginia Woolf mesmo, que perde o freio, que está em milhares de cacos, que está ao meio. Onde será que você está, agora?



'Do you listen to Adriana Calcanhoto?'


Eu vejo qualquer filme. Adoro sentar no cinema e ver as coisas "de mentira" acontecerem. Tenho prazer de ver a Julian Moore atuando, por exemplo. Principalmente ao lado de Toni Collette, atriz que ainda não fez um papel tão bom quanto o de Muriel. Aliás, trocaria Meryl Streep por ela sem pensar duas vezes. Mas o engraçado é ver um filme tão chato, feito pela mesma pessoa que dirigiu "Billy Elliot"; um filme também dramático, mas não-chato. Analisando melhor, "Billy Elliot" é gay, é feliz, é otimista, é sobre vida. Enquanto "As Horas" é lésbico, é pessimista, sobre morte...

Já vi também "Adaptação", que traz dois Nicolas Cages na tela. Dois! Continuo achando que o nerd-diretor Spike Jonze, que faz ótimos videoclipes, não devia fazer mais fimes. O Spike Jonze, no filme, é Nicolas Cage, um "loser" americano. Como se identificar com aquilo? Com dois daquilo... O roteiro é fraco. Vira palhaçada no final. Nós, no filme, somos o tal roteirista famoso que "dá um levanto" no personagem principal durante uma palestra. Talvez a melhor cena. Melhor que a tentativa de transformar Meryl Streep numa americana bagaceira que se droga (hmmm esquece isso...) O filme é bobo.

Pretendo ver ainda "O Pianista", do Polanski. Gosto muito do ator principal, Adrien Brody, que já fez em "O verão de Sam" (do Spike Lee), um de seus melhores papéis na pele de um americano querendo ser punk rocker inglês. Vô vê também "Chicago", que deve ser um Moulin Rouge para nossos avós. Sobe os créditos.

segunda-feira, março 3


Os ovos das lésbicas

Logo de manhã, ligo a televisão e vejo uma reportagem no Discovery sobre umas gaivotas meninas de bico escuro que preferiam andar com outras meninas. Quando tinham seus ovos, largavam o macho e faziam par com outras fêmeas. O ninho feito por estas gaivotas lésbicas podia ser identificado pela quantidade maior de ovos que acolhia e pela proteção impecável das duas, que não deixavam ninguém chegar perto.

De tarde, o Fábio escreve um conto para o inter:urbanos. Eu sento pra ler e é sobre uma menina lésbica, fã da Adriana Calcanhoto, que sai de Porto Alegre para "tentar a sorte grande" no Rio.

De noite, vou ao cinema ver "As Horas"; filme baseado na vida da escritora Virginia Woolf e seu romance "A Senhora Dalloway", que conta a história de três mulheres lésbicas, seus conflitos e reflexões sobre o amor, a vida e a morte. Quem viu o filme, percebeu que existia uma quebradeira de ovos em cantos de tigelas que marcavam momentos tensos da vida destas mulheres. A câmera adorava filmar aquelas mãos fortes quebrando ovos que guardavam coisas tão frágeis como gemas e claras que precisavam ser bem cuidadas e separadas.

Naquele momento, meu dia se encontra. Os ovos das gaivotas, os ovos das mulheres do filme cuja inspiração vinha do romance e da vida de Virginia Woolf, escritora tão adorada por Adriana Calcanhoto, que é a artista que "canta" a trajetória da Fabiana, do inter:urbanos. Tô ouvindo K.D. Lang agora.

domingo, março 2


É hoje. Na Sony. Às 21 horas: "Living with Nega Jackson".