<BODY> philipinas: Janeiro 2003

terça-feira, janeiro 28


Ménage à trois

Não existe. Não funciona. Um sempre acaba sobrando e pegando a migalha que cai dos outros dois. Seja esse sexo com todas as combinações possíveis: homem, mulher, homem, mulher, mulher,homem, homem, cachorro. Não acredito que isso possa funcionar. Imaginem... você está dando aquele beijo, dispondo toda aquela energia em um só. De repente aparece alguém no seu cangote. A sensação deve ser de "sai daqui, você tá sobrando". Não é verdade? Normalmente quem faz sexo à três, não deve se importar com companhias inconvenientes. Ou então tá acostumado a assoviar e chupar cana. Não deve ligar prum mosquito, por exemplo: "contanto que ele faça cosquinha na minha vagina, beleza", diz a menina que cansou de tentar matar o inseto.

Acho que isso acontece com os Tribalistas. Seja sincero. O Carlinhos Brown não tá sobrando? "Não esquenta, Marisa. Deixa o cara. Ele tem a língua grande".

domingo, janeiro 26


Já imaginou a Turma da Mônica na adolescência?

sexta-feira, janeiro 24


Os 5 clipes mais sujos de todos os tempos:

Porca!Não quer dizer que são ruins. Alguns ficam até charmosos com o passar do tempo. Alguns têm estilo, são divertidos. Pra falar a verdade, clipes sujos são os meus prediletos. Em 5º lugar, fica a Christina Aguilera com "dirrty". É a dança da bundinha embalada pela menina que virou travesti recentemente. O clipe, dirigido pelo fotógrafo David LaChapelle, é sujo mesmo. Tem cachorro, luta de boxe, gente suada, chicanos roçando na bunda de Aguilera e o rapper Redman se divertindo com a palhaçada. A música é podre, o clipe é podre e a Christina Aguilera veste a camisa. Aliás, tira.

Em 4º lugar, George Michael, com "Outside". Não é tão sujo quanto o de cima, mas é podre. Aliás, é sujo sim. Depois de ter sido flagrado pagando boquete num banheiro de Los Angeles, Hollywood veio em cima do cantor como urubu atrás de carniça. George Michael, em seu vídeo, transforma o banheiro público em discoteca. Vasos sanitários cobertos de espelhinhos, cacetete na mão, coreografia tosca, cavanhaque idem e musiquinha dance podre. Pessoas se pegando em caçambas de caminhão, barbies cheias de óleo se entreolhando no banheiro da academia e policiais se beijando. O cara quis tacar fogo e conseguiu. Mas tem senso de humor. Quando começa, você pensa que vai assitir a um filme pornô europeu nojento. Bem legal.

Seu eu falasse em sujo e me esquecesse do pessoal de Seattle, seria um erro. O 3º lugar é do Nirvana. Aliás, fica difícil escolher um clipe. Acho que "Smells like teen spirit" é o melhor, por que acaba sujando o que é considerado limpo pela visão norte-americana: as cheerleaders. A fotografia decente, as dancinhas coreografadas com pom-pom no meio daquela fumaceira e do som alto das guitarras, fazem o clipe ficar excelente. Aliás, tem coisa mais suja que o movimento grunge? Cabelo ensebado na cara, camisa de flanela com calça encardida? Kurt Cobain é dirty por natureza.

O 2º lugar tem que ser do Prodigy. Tem que ser da câmera em primeira pessoa que sai pela noite, vomita no banheiro, passa a mão em peitos siliconados, trepa, vê shows de strippers em boate, dá porrada, usa drogas e faz o diabo em "Smack my bitch up". O clipe deixa a cena da privada, de Trainspotting, considerada a mais nojenta por muitos, no chinelo. A música é engraçada, ao mesmo tempo, desrespeitosa com as mulheres, escrota, os caras da banda idem e o clipe soube acompanhar. Nota 10.

Safada!Eu tô parecendo jurado do Sílvio Santos e isso tá ridículo. Mas pra brincadeira acabar, tenho que dizer o primeiro lugar. Já viram, ou se lembram de "Justify my love"? Uma Madonna cambaleando pelas paredes sujas de um motel de quinta resolve procurar por diversão. E encontra um puteiro. Todo o pessoal sado-masô está lá. Lésbicas com mamilos de fora, muita corrente e dominação. Tudo embalado por uma das músicas mais legais da cantora. Aliás, o clipe dirigido pelo Jean Baptiste Mondino (que também é responsável pelo de Human Nature) é tão bom que a música virou sua trilha-sonora. Se você for baixar o mp3, não vai ter muita graça. Baixe o clipe, que aliás, foi censurado na época, pela MTV americana. Madonna sussurra "you put this on me, so now what?" e é acompanhada pelos gritinhos de Lenny Kravitz, que também produziu e escreveu a faixa. Tem a célebre cena da tal modelo (ha!) brasileira que beija a cantora na boca. É Madonna descabelada, porca, de calcinha e sutiã de rendinha preta, experimentando um pouco de todo mundo que passa por sua cama. O clipe termina e a tarada sai sorrindo, mordendo os dedos. Muito podre. Excelente!

terça-feira, janeiro 21


Alguém quer me dar?

        
Nina Simone 'Released', Massive Attack '100th window' e Ms. Dynamite 'A little deeper'

segunda-feira, janeiro 20


Eu quase nunca coloco letras de músicas por aqui. Já abri uma exceção para a obra do Jorge Vercillo que é boa que nem maré. E agora, abro outra para o Zeca Baleiro. Mas essa não vai ser um pedaço. Tem que ser na íntegra, sem tirar nem pôr:

telegrama
(zeca baleiro)


eu tava triste tristinho
mais sem graça que a top model magrela
na passarela
eu tava só sozinho
mais solitário que um paulistano
que um canastrão na hora que cai o pano
(que um vilão de filme mexicano)
tava mais bobo que banda de rock
que um palhaço do circo vostok

mas ontem eu recebi um telegrama
era você de aracaju ou do alabama
dizendo nego sinta-se feliz
porque no mundo tem alguém que diz
que muito te ama que tanto te ama
que muito te ama que tanto te ama

por isso hoje eu acordei
com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado
de bater na porta do vizinho
e desejar bom dia
de beijar o português da padaria
oh mama oh mama oh mama
quero ser seu
quero ser seu
quero ser seu papa (sic)

Mais solitário que um paulistano? É tentativa de criação de clichê? Mais sem graça que top model magrela? Mais um clichê? As rimas são maravilhosas: "ontem recebi um telegrama, era você de Aracajú ou Alabama". Ele estava tristinho que nem maré. E quando ficou feliz, saiu beijando delegado e padeiro, tipo Alexandre Frota. Mas temos que respeitar o Zeca Baleiro. Afinal, ele era um vendedor de balas.

quarta-feira, janeiro 15


Não posso deixar de compartilhar isto com vocês. É uma descoberta fascinante. Não da humanidade. Mas minha. Já pararam pra imaginar o quão fascinante é o Veja Álcool em Gel? O álcool sempre foi um produto legal (produto?). Isso. O cheiro é legal. O que ele faz também. Mas eu sempre me acostumei com ele na forma líquida. E de repente, vem esse álcool-gel que mexe muito com os meus padrões e vem me mostrar que nem tudo que é muito certo de ser assim pode ser certo de ser assim pelo resto da vida. Ok, não sei se está confuso. Mas imagine uma coca-cola tão pastosa quanto um leite condensado. É isso. Não sei se vocês moram sozinhos e de vez em quando precisam arrumar a casa. Mas se não, peçam para sua mãe comprar o Veja Álcool em Gel. Experimente limpar o seu monitor com ele. É álcool, gente. Mas parece gel pra cabelo. Eu comprei o Crystal, mas tem vários outros sabores (sabores?). Você pode ver todos aqui. O eucalipto, o oceano, o perfume suave (acho que esse dá pra passar no cabelo) e o lavanda. Tô fascinado. Ele fica aqui no meu quarto, dentro do armário. Me sinto muito limpo tendo ele comigo. E muito legal ao mesmo tempo. Acho que é isso que os produtos fazem com a gente. Perfeitos idiotas. Obrigado por ler esse meu post dona de casa. Nossa, escrevi muito e acabei suando o meu teclado. Ainda bem que eu tenho um Veja Álcool Gel.

terça-feira, janeiro 14


Ô taca pedra na Geni
A música pop atual é maravilhosa. Ok, isso foi ironia. Mas se você parar e prestar atenção nas letras, vai se divertir. Todo mundo resolveu falar dos seus problemas. É o que acontece quando eles compõem. Antes um compositor farofa fazia uma música e dava pra eles cantarem. E a gente tinha a oportunidade de ver caras de trinta e poucos anos como o Backstreet Boys cantando sobre paixão por menininhas. Agora não. Eles são sinceros. Cantam o que sentem. O que passam. E pelo que parece, é só conflito familiar, dinheiro e vazio. Tudo começou com Eminem e a briga com a mãe. Sente o drama em: "Me desculpa, mamãe. Eu nunca tive a intenção de te machucar. Nunca quis te fazer chorar, mas hoje à noite, eu vou limpar meu armário". O cara fica reclamando das porradas da mãe quando devia agradecer. Não é verdade? Se não fosse pela agressão da mãe, sobre o quê ele cantaria?

Sabe com quem eu ando preocupado também? Com a Pink. Ela também tem problemas familiares. Não se dá bem com a família. Pede por amor e união familiar "em tempos de terceira guerra mundial": "Dá pra gente consertar? Podemos ser uma família? Eu prometo que vou ser melhor, mamãe. Faço qualquer coisa." Só falta chorar no final. Assim como Michael Jackson, Xuxa... Eu dou todo o apoio para os pais, que brigavam com a filha maconheira que não queria saber de estudar, só dançar. Mas agora não deve existir mais briga. A garota conseguiu o que tanto queria. Ganha milhões. E reclamando dos pais que reclamavam dela, que reclamava de volta. Ah, quando enche o saco, ela põe a festa pra começar.

A minha predileta é a menina do quarteirão, Jennifer Lopez. Bonita de verdade, pode-se dizer. Mas também, bonita que nem novela da globo. Que só vai pro ar depois de muita produção, maquiagem e luz. Com a família dela vai tudo bem, graças a deus, não se preocupe. O problema é a inveja do pessoal por causa dos ouros dela. Como toda boa menina, sempre sonhou com jóias, shopping e muita roupa. E hoje, pode ter. E muito. Mas ela se justifica, dizendo que é a mesma de sempre, em "Jenny from the block": "Não se espante com as jóias que eu tenho. Eu continuo sendo a Geni do quarteirão. Costumava ter pouco, agora tenho muito. Não importa onde eu vá, eu sei de onde vim." Tá vendo? Os problemas eram com maridos. Hoje com dinheiro. Nenhum casamento dava certo. Agora ela está com Ben Affleck. Esperta ela. Desistiu de homem e arranjou uma companhia para curtir a fama e as idas ao shopping.

Acho que problemas são populares. Vou chegar no trabalho amanhã desabafando. Dizendo que em tempos de guerra, ainda tem gente brigando. Já imaginou se a moda pega no Brasil? Bom, os rappers já fazem isso há tempo. Alguns narram o problema de forma bem interessante. Mas os conflitos do pessoal, em geral, são à la Kelly Key. São mulheres bebezonas que querem ter controle sobre seu cachorrinho, seu ursinho, seu leãozinho e sobre o pau do namorado....Bom, coisas de quem tem cachorrinho e posa nua. Duas coisas muito semelhantes. Coisas de criança...

segunda-feira, janeiro 13



E você? Que personagem é no inter:urbanos?

Fizemos o teste. Acho que não tem nenhum personagem que vocês irão gostar. Aliás, no inter:urbanos ninguém se dá bem mesmo. Mas deu pra rir muito. Dentre as opções: a gorda (clássico), o amigo gay, o travesti, a vagabunda, o namorado e por aí vai... Faz e vê no que dá! Será que se uma menina tirar a vagabunda, ela vai ter coragem de colocar no blog dela? E se um cara tirar o travesti? hehe... espero que tenham...afinal é só um teste idiota, vai...

sexta-feira, janeiro 10


O entrevistador de tevê

Ruby Wax
Claro que tudo depende do entrevistado, na maioria das vezes. Normalmente, ele faz pirraça e só responde àquelas perguntas em que o ego dele vai ser massageado. É por isso que Marília Gabriela deita e rola aqui no Brasil. Pergunta coisas em que as pessoas poderão falar, falar, concluir, dar aquela opinião chula e depois fazer cara de meigo. Gabi é boa entrevistadora. Mas a impressão que passa, é que fez a faculdade direitinho. Não tem personalidade. Segue muito a cartilha do "mas como é isso?". Alguém se lembra de quando ela foi entrevistar a Madonna? Sabe aqueles momentos em que você se esconde atrás do sofá? Pois é. Entrevistar Madonna não é uma tarefa muito fácil, todo mundo sabe disso. Principalmente com uma perguntinha atrás da outra anotada em um bloquinho. Madonna se divertiu debochando da cara dela e pedindo para que repetisse algumas perguntas zilhões de vezes. Claro, a Marília não sabia falar inglês. Deve ter aprendido na faculdade.

Mas tem outros tipos de entrevistadores. Aqueles que querem fazer um bom papo. E não um bom pingue-pongue. Um entrevistador legal é aquele que também responde às perguntas que o entrevistado acaba fazendo. Afinal, são duas pessoas conversando, certo? Esse lema que se aprende em faculdade de "quem está entrevistando aqui sou eu" é meio nojento. Parece fuzilamento. Eu te ponho no paredão e com o meu bloquinho idiota vou metralhando e julgando. E é besteira. Normalmente, o entrevistador é que é o covarde. Não entendo os entrevistados que têm medo. Pense bem. Quem tá fazendo as perguntas, está sempre na pior. Você pode querer responder absurdos ou então simplesmente não responder. E o cara vai ter que se virar. Normalmente, o entrevistador é o cagão. Ele tem a tarefa mais difícil.

Eu me divirto com a Ruby Wax. Uma americana que já entrevistou metade das celebridades mais importantes do mundo. Eu trago de novo o exemplo da Madonna para comparar. Ruby fuçava na bolsa da cantora e perguntava o que era isso ou aquilo. Conseguiu deixar Madonna sem graça. No final da entrevista, quando a cantora ia embora com a equipe, abriu a mala da cantora, vestiu sutiã, saia, colocou calcinha na cabeça e começou a cantar Erotica. Foi pega no flagra por Madonna, que esbravejou: "O que você está fazendo com as minhas roupas? Tira agora!". Não leia isso pensando que ela chega a ser um Otávio Mesquita. Ruby Wax é muito esperta, muito venenosa e com um senso de humor incrível. É capaz de falar verdades e perguntar absurdos que você acha que o entrevistado não vai responder. Mas responde. Acabam sentindo que ela também é humana. E não um chato atrás de um bloquinho. Era isso que Marília Gabriela devia ter feito com Madonna. Ou então com o próprio namorado.

Chega de perguntar pra cantor gringo que comeu várias putas em Copacabana, o que ele achou das mulheres brasileiras. Se ele for maluco, pode até falar a verdade. Imaginem a cara do idiota da MTV. Chega de perguntar como é a sensação de pisar num palco de teatro. Chega de "Como você vê essa situação brasileira?". Sai daquele esquema do "como foi fazer aquilo, como está sendo fazer isso e quais são seus planos para o futuro". Sejamos mais simples. Vai nos podres primeiro. Seja direto. Mostre que você não está pisando em vidros. É indo com o fútil e com o cotidiano que se traz os detalhes que revelam intimidades e medos. Esqueça Jô e Marília Gabriela. Veja mais Monique Evans e Ruby Wax.

terça-feira, janeiro 7


Smeeeeeagol!

Smeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeagol
Quem viu o "Duas Torres" sabe do que eu falo. E quem não viu, prepare para se irritar com ele; o personagem mais nojento de todos os filmes nerds. Disparado. Voz irritante, personagem pentelho, empata foda do caralho, com aquela dualidade que só deve interessar a mãe dele, que poderia ser a Marília Gabriela. Normalmente, vai ser adorado por pessoas que compram aqueles duendes feios pra enfeitar o quarto cheio de fumaça com pôster do Iron Maiden. Na trama, ele leva Frodo (o pentelho número 2) e o Sam (pentelho gordo número 3) até o lugar que destruiria o tal anel. E vai irritando até lá. Os dois não sabem se confiam ou não naquilo. O casal chega a brigar e discutir sobre o paradeiro daquela criatura nojenta como se fossem pai e mãe decidindo o que fazer com o filho rebelde. A mãe (Frodo) acredita na recuperação da criança amada, enquanto o pai (Sam) quer matar o idiota que o irrita tão facilmente. Afinal, ele traz preocupações para o equilíbrio de sua mulher. Então, Gollum (filho do Michael Jackson e também antigo hobbit Smeagol) leva os dois até Mordor. E o tempo inteiro, vai se referindo ao anel como seu "precious".

Eu não sei como não degolaram a criatura. Tinha tanta espada dando sopa... Também não entendo como o Tolkien teve a paciência de escrever este personagem. Vai ver estava com uma hemorróida, só pode. Eu não li o livro (nem quero, obrigado). Mas o filme é bom. Só fiquei frustrado por não matarem aquilo. E ainda, ao sair do cinema, tive que ouvir a seguinte frase dita por um grupo de amigos empolgadinhos, reclamando: "pô, o Gandalf nem castou spell direito...".

segunda-feira, janeiro 6


Pop pixel:

Madonna, Prince, Nirvana, Mulder & Scully, Andy Warhol, Batman e Fidel Castro. Peguei daqui.

sexta-feira, janeiro 3



Recebi por e-mail. Não é um trabalho fantástico?

quinta-feira, janeiro 2


Já ouviu Beth Orton?

O pessoal ainda tenta decidir qual é a praia da cantora. Sempre precisam colocar o som numa categoria, certo? Alguns chamam de folk music eletrônica. As composições, o violão e a voz fazem o folk que é temperado com batidas de trip hop ao fundo. Digo ao fundo porque quando se ouve um disco de Beth Orton, a voz não passa despercebida. É a principal atração. O clima cool é garantido pelas batidas eletrônicas. Mas a voz é o que fica, o que marca. Acho que se não fosse pelo clima ambient que as músicas têm, você mandaria a cantora calar a boca. Ela tem uns agudos melancólicos que são como miados de gato querendo leite ou pulgas atrás da orelha. Ou você dá atenção, ou joga no lixo.

A cantora inglesa começou fazendo participações especiais em discos de William Orbit, como o "Strange Cargo 3", emprestando a voz e co-compondo (gostou?) a faixa "Water from a Vine Leaf". Depois passou também pelos Chemical Brothers, no disco "Exit Planet Dust" e cantou na última faixa, "Alive: Alone". Agora, está com três discos: Trailer Park(1996), Central Reservation (o meu predileto) e Daybreaker (2000). Beth Orton não chegou a fazer muito sucesso. É mais conhecida pelas músicas "Someone's Daughter" e "Stolen Car". Que nem chegam a ser hits, eu acho. Pensando bem, ela é uma total loser. Tão na dela que nem chega no mainstream. Vai ver que ela não fala merda suficiente. Não tem nenhuma frase de efeito. Ou então não tirou a roupa até agora. Ou então não se juntou com algum rapper. Ou então não deu pra algum executivo. Ou então pretende, depois do terceiro disco, vender missangas no calçadão. Acho que seria uma artesã legal. Deixando a bobeira de lado, se quiser conhecer a música dela melhor, baixe "Ted´s Waltz", "Yesterday´s Gone", "Central Reservation" ou "Stars all seem to weep". E Sinead O´Connor é o caralho.