<BODY> philipinas: Dezembro 2002

segunda-feira, dezembro 30


Retrospectiva:

Falando em retrospectiva: Itamar e Lilian Ramos no carnaval de 94
É um saco. Não tem coisa mais irritante do que você ler (ou ver) tudo de novo. Ok, tem coisas que valem a pena serem lembradas para o resto da vida. Como o choro de Regina Duarte com medinho do Lula. Mas peraí. Esse ano teve brasil (assim com minúsculo mesmo...é time) ganhando copa do mundo, as eleições com a vitória do operário sem diploma que também acabou chorando. Aliás, ele podia ter aproveitado aquele momento para dedicar à Regina Duarte. Mas acho que a imagem mais legal do ano foi o Michael Jackson sacudindo o bebê na janela. Típica brincadeira de pessoa sem noção. "Olha galera, vou fingir que vou jogar meu filho. Haha, irado!". Pô, restrospectiva de fim de ano me lembra corrida da são silvestre (assim com minúscula mesmo...é uma porra duma corrida idiota). O que me faz lembrar também do reveillon do faustão (com minúscula mesmo...aquele idiota). E depois fica todo mundo eufórico nessa época. Uns viajam, outros perguntam onde vai passar, pra onde vai sair, outros querem trepar urgentemente com aquela pessoa que não trepa há tempos...tudo muito rápido e sem pensar muito. Porque afinal, o ano está acabando, né? E se começar outro, fudeu. Você não vai ter aproveitado aquele que passou. Brasileiro é assim. Nunca acha que se divertiu o bastante. Já não chega o carnaval? É diversão acumulada pra dois anos seguidos. Que bando de pervertido nós somos.

É no fim de ano que todos carregam o sentimento de paz. Aquela tia que fez fofoca de você o ano inteiro é convidada para a ceia de natal, você traz um mendigo para comer e ele acaba roubando a sua casa, você entende melhor as lágrimas da Regina Duarte...afinal, você quer ser uma pessoa melhor. Não o crápula filho da puta e egoísta que você sempre foi. Então, que a sua festa de virada seja bem legal. Afinal, é só mais uma festa. Só que esta significa o fechamento do seu ano de péssimas conquistas. Afinal, você não é a britney (com minúscula mesmo...aquela puta).

* tem 3 contos novos no inter:urbanos. felizanonovo!

sexta-feira, dezembro 27


Kylie Pops!

Isso. Kylie Pops! É uma gíria que eu inventei quando a pessoa não é muito rock n´roll e mesmo assim é legal. Coisa idiota, né? Pois bem, Kylie tá com a corda toda. O ano de 2002 foi dela, praticamente. O álbum "Fever" é música boa, pop de qualidade. A menina é debochada, esperta, se jogou no mundo da moda e virou queridinha de designers. A partir daí, ficou kitsch-legal gostar de Kylie. A caminhada pro estrelato mundial e o abandono do sobrenome Minogue parece ter começado na época em que Madonna tinha a mania de colocar nomes de ídolos teens escritos em sua blusa. Escreveu Kylie Minogue na blusa preta e cantou Music na premiação da MTV européia (foto). Tem agradecimentos em sites de fãs de Kylie Minogue por isso.

A inglesa, que antes era bem famosa na europa, cantando desde pequena e sendo responsável por hits irritantes como "I should be so lucky", agora tomou o mundo. O refrão "Na, na, na. Nana, nanana..." de "Can´t get you out of my head" pareceu realmente não sair da cabeça. O CD Fever, totalmente dance, sem nenhuma balada, trouxe mais hits: "In your eyes", "Love at first sight" e "Come into my world", que ganhou um clipe muito legal e um remix-classe do Fischerspooner. A dancinha-robô do clipe de "Can´t get you out of my head", os figurinos de Kylie, as músicas divertidas e o senso de humor da cantora chamaram a atenção do mundo. Depois de um dueto com Robbie Williams, vem um com Ozzy Osbourne (mais conhecido como pai da Kelly Osbourne). Peraí...dueto com Kylie? Logo ele? O cara conhecido como The prince of the fucking darkness? Será que Ozzy acha que Kylie Rocks?

segunda-feira, dezembro 23


Tem um conto de Natal, lá no inter:urbanos. Aliás, Feliz Natal pra todo mundo! :)
Update: Nenhum post pra hoje. Tô jogando ping-pong.

sexta-feira, dezembro 20


Você é sólido, líquido ou gasoso?

Eu tava lendo um conto chamado Bar Maravilha, da Melissa Bank, em que uma menina entrava na boate e se sentia mal, pois era um sólido tentando ser líquido. Daí, fiquei pensando que as pessoas realmente devem se dividir nestes três estados da matéria. Para um líquido, é legal estar em boate. E para o sólido, complicado ser uma pessoa que escorre pelos dedos. Boates ou festas normalmente são freqüentadas por líquidos. Não que isso seja um problema. Um sólido inveja um líquido e vice-versa. Uma pessoa que troca idéia sobre amenidades, bebe ali, dança aqui, pergunta pra fulano como é que ele tá e faz uma enquete até descobrir qual o lugar bom pra sair amanhã é até legal. É a matéria-prima da diversão. O sólido, pra entrar nesse clima, deve ser complicado. O espaço fica pequeno, as pessoas parecem mais leves e qualquer toque em algo mais frágil, pode causar um desastre. O entrosamento fica quase impossível. Imagine pedras de gelo em alguma bebida. Até derreter e tudo virar a mesma coisa, vai demorar. Mas é aí que a coisa fica legal. Ninguém quer que o gelo derreta. É assim que o drink tem que ficar. Um precisa do outro. O gelo vai dar a esfriadinha na quentura do líquido. E normalmente, os casais são formados assim. Um sólido com um líquido. Você está se perguntando sobre o gasoso. Ele saiu no meio do post.

terça-feira, dezembro 17


Mano Wladimir tem uma mãe

Fomos lá tentar uma entrevista com Marisa Monte, que fez o design do berço de seu filho. Terá o formato de um violão. Marisa respira música o tempo inteiro e quer que seu bebê durma tranqüilo dentro do instrumento musical. Comprou também vários potes de violetas para colocar na janela. Tem em seu quarto, diversas samambaias penduradas ao lado do ventilador de teto e quadros do Garfield, do Che Guevara e do amigo tribalista e compositor Carlinhos Brown, expostos na parede. Ao entrar na casa da cantora, reparamos que a campainha imita sons de pássaros. A musa tribalista nos recebeu com muitas frutas e super à vontade, vestindo seu pijama do piu-piu. Pediu desculpas, pois estava fazendo as unhas dos pés e tinha perdido a noção do tempo. Pediu para que nós ficássemos à vontade e sentássemos nas cadeiras de vime perto de sua piscina, também em formato de violão. Antes de a entrevista começar, ela acende um incenso de eucalipto e nos pede para que não pergunte nada sobre o porquê do nome de seu filho. Daí, nos levantamos e perguntamos onde é a saída. Afinal, o único motivo de nossa presença na casa da Marisa Monte era saber porquê deus, um filho chamado Mano Wladimir. Mas ela insiste: "Já vão? Vocês não querem saber sobre o meu novo disco? Só vou gravar músicas de Zeca Baleiro..." Neste momento, o iluminador grita: "Quem chegar por ultimo na van, vai ter que ficar e tomar mineirinho com ela!".

sexta-feira, dezembro 13


São as amizades, só pode...

Jô soi un maricón
Os filmes de Almodóvar não são mais os mesmos. Uma pena. Acho que chega uma fase em que todo diretor quer brincar de ser Bergman (foi assim com Woody Allen também). Então, mergulham fundo na sensibilidade do homem, na troca das palavras por sentidos, símbolos, gestos, zzzzzzzz... Ãh? Onde estou? Bem, eu acho que são os cabelos brancos...só pode ser. Quanto mais velho, mais chato. O cineasta espanhol, em seu último filme "Fale com ela", convidou o seu amigo-cantor-baiano-coisa-linda-lua-lua-lua-lua-êta-êta-êta-é-a-lua-é-o-sol-é-a-luz-de-tieta-êta-êta-Caetano-Veloso, também de cabelos brancos, para uma participação especial. Uma aparição, no mínimo, "singela". Caê em voz de bem querê, fininha e irritante, aparece cantando no longa-metragem. Ok, tudo viadagem, você diz. Mas não é isso que deixa o filme chato. É que a viadagem, hoje em dia, tá chata.

Antigamente, era mais interessante. Os filmes com diálogos malucos, engraçadíssimos, cores gritantes sem a mínima harmonia, mulheres descontroladas, mortes sem sentido, freiras cheirando cocaína, cenas de sexo hilárias, situações embaraçosas e finais surpreendentes não existem mais. Almodóvar cresceu. O cabelo branco existe. A tinta que não deixa a gente ver. Hoje em dia, ganha Oscar por filmes pretensiosos e belos como "Tudo sobre minha mãe". Prefiro o cineasta em sua fase Almodóvar. Essa onda Bergman "cabeça" e introspectiva faz filmes para gente que assiste ao Multishow. E provavelmente ganha Oscar porque não choca tanto quanto os melhores filmes do cineasta. Tem até a carga pesada de sempre, mas o filme se levando a sério, você acha que tem que entender aquilo e acaba aceitando melhor. Não acho original. Acho besteira pra levar pai e mãe pro cinema. A comédia é estilo maior e melhor que o drama. É mais difícil de se fazer, é mais bonita, respira melhor e pode emocionar muito mais. Você acha que quem faz filmes "pra dentro" tem cara que "se joga" em carnaval baiano? It´s all about the benjamins. Não tá aqui quem falou.

Não matem Stella McCartney para fazer casacos

Do not kill them. Kill me!
A filha designer vegetariana do beatle Paul anda abordando todo mundo que usa casaco de pele em todas as festas que vai. Recentemente, abordou Madonna que usava um casaco feito com peles de "fetos" de carneiros caracul, que tem pêlo negros e sedosos quando filhotes e um bombril ruço quando velhos. Pensou que a cantora não usaria nada que ela pudesse comer, então perguntou: "Não sabia que você comia fetos". Madonna fez cara de nojo e soltou um: "aagghh". Outra festa; outra vítima da fiscalização da filha do Paul. Desta vez, a amiga de Madonna, atriz meia-boca Gwyneth Paltrow: "O que você está fazendo com isso?" A atriz responde: "Não é pele verdadeira". Ela volta: "Não diga isso, você é uma garota inteligente".

Agora me diz. Tem coisa mais chata que esses filhos da peta? Será que se matassem barata e fizessem um casaco com a casca das nojentas, iam implicar? Será que a Rita Lee reclamaria que não deviam matar baratas para fazer casacos? Quem decide que animal a gente pode matar ou não? E depois de morto? Se eu não quiser comer, posso fazer um casaco? Qual o parâmetro que decide a importância de um animal pra poder ou não matá-lo? Pô, é a lei do mais forte. Com eles (os bichos), também é assim. A gente só não come ou veste madeira porque não dá, ora. Pensando melhor, alface também tem vida. Tudo bem...ele não grita. Nem pensa: "Então mata logo. Pelo menos não dá dor na consciência". Se bem que tem uma seita por aí que não mata alface. Ah, cara...frescura. Eu sugiro casaco com pele de Stella McCartney. O problema é quem vai querer usar aquele bicho nada bonito no pescoço.

quarta-feira, dezembro 11


Mary J. is in the spot tonight

Ela começou em 92 com o disco clássico "What´s the 411?" querendo mostrar que era tão boa quanto Chaka Khan. Tanto que no começo da carreira, fez como a maioria dos cantores. Pegou um hit de uma cantora consagrada da sua praia musical e fez a sua versão. E fez bem, regravando "Sweet Thing", de Chaka Khan e "Natural Womam", de Aretha Franklin. Depois seguiu o seu caminho. Ainda bem. A voz de Mary J Blige é de rasgar. Mesmo em baladas de r&b, consegue fazer o diferencial. A voz e a atitude dão mais densidade às gravações melosas típicas do charme (palavra idiota inventada por carioca) e deixam Brandy, Ashanti e imitações com caras de alunas. A vida tumultuada da cantora, com decepções amorosas e bebedeiras descontroladas, nos proporcionou álbuns inspiradores como "Mary" e "My life", por exemplo. Mas recentemente, a moça encontrou a felicidade. Deixou o drama de lado e prometeu fazer todo mundo dançar com o seu último disco "No more Drama". E conseguiu. Tomou as pistas com o excelente hit "Family Affair", produzido por Dr Dre, reforçando o seu trono de rainha do hip hop soul.

O interessante da mulher é que ela não tem um melhor disco. Todos eles são bons, com seus altos e baixos, meio que acompanhando a personalidade de Mary J Blige. A cantora se consagra mesmo é no "ao vivo". Fazendo duetos em shows ou até mesmo em seu disco "The Tour", ela mostra que não sobe à toa no palco. Nem com medo. Com cara de bad girl e toda cheia de marra, parece que vai explodir com os seus graves. A platéia deve ficar com medo de receber microfonadas na testa. Ela é fodona. Canta bem. Não quer ser gatinha, nem gostosinha, nem cantorazinha. Mary tem alma. Tem soul. Baixe o blues "I´m going down", o r&b "Mary Jane (all night long)", a balada "Not going' cry", "Your child" ou então tente ficar imóvel com "Family Affair". Mary J Blige ainda não veio ao Brasil. Eu não fiquei satisfeio só com a Erykah Badu e aquele show cheio de chatos-fãs de Jamiroquai no extinto Free Jazz. Pensando no falecido espetáculo, acho que agora, as minhas chances de poder assistir a um show destes, só rezando..."Hail Mary, full of grace..."

sexta-feira, dezembro 6


Daft Punk e Britney Spears ?

Ai..queria um DJ bem legal! Hihihihihihi O que você acha do Thunderpuss?
Dá pra acreditar? A cantora está de olho em produtores para o seu novo disco e anda pensando em chamar Daft Punk e William Orbit. Pretende fazer "um som mais rock, mais hip hop", de acordo com a matéria da NME. Quando eu digo que hoje em dia, tudo vai pra mesma sacola, ninguém acredita. Com a Madonna, já estamos meio acostumados. A mulher tem as antenas ligadas com a música boa que se produz na Europa e vez ou outra, caça um DJ bom. Tem até rumores de que os franceses do Air vão produzir o próximo disco dela. Mas quando se pensa em Britney, ninguém leva a sério. Não acredito que a menina entenda de música boa. Pegue Homework, o clássico de Daft Punk, ou até mesmo o Pieces in a Modern Style do William Orbit e tente imaginar este som com um "Oops"', da Britney. Ok, ok, eu sei que é dinheiro... Mas precisa forçar tanto a barra? Produzir um Blur, uma Madonna, até deve ser gratificante. Mas produzir Britney? Bom, só seria legal se fizessem um som bem escroto baseado no funk carioca que tem influências dos funky beats de Miami dos anos 80. Aí até eu compraria.

Mas veja bem. Imagine que você é um DJ respeitado aqui do Brasil. Ganhou críticas favoráveis para o seu trabalho e é respeitado no circuito europeu de música eletrônica. Aí a Kelly Key te pede um remix para "Baba Baby". Você faria? Provavelmente sim, né? Eu vi o Patife no Luciano Huck com a Fernanda Porto, pedindo pra platéia bater palmas no ritmo da música. Vai ver que os caras não se contentam em fazer bonito lá fora. É que a vizinha da sua mãe ainda não entendeu direito o seu sucesso. Aí você vem fazer palhaçada no Brasil. Ok, o post é infantil porque todo mundo já sabe como funciona a indústria musical. E também estou sendo preconceituoso, certo? Por que a Britney não seria tão boa quanto os caras? "Mainly, I've just been having meetings with people to hear their stuff to see if I want to work with them in January" Tá vendo? Ela ainda vai ver se vale a pena.

quinta-feira, dezembro 5


O elevador estimula a troca de idéias entre as pessoas. Nada de profundo. Mas temos a oportunidade de conhecer um pedaço muito interessante da personalidade (ou a falta dela) de cada um de nós. Abaixo, uma conversa entre duas mulheres de 30 anos:

- Eu vi o CD daquela menina Avril Lavinhe nas Americanas baratinho...
- Ai eu adoro aquela música dela.
- O cabelo da menina é lindo.
- Sem falar que ela canta muito. É rock, né...
- É. Música boa...
- Pena que CD é uma coisa tão cara...
- Mas o dela vale a pena. Não tem só essa música. Tem várias outras...

terça-feira, dezembro 3


Sabe...eu tenho medo

Eu não entendo vocês com essa mania de achar que eu tenho obsessão por gordas. Acaba de ser enviado para o meu e-mail, um site chamado Fat Chicks in Party Hats. Já imaginou um monte de garota gorda com chapeuzinho de aniversário? Um site especializado no assunto com extensa galeria de fotos? Ah, por favor. Eu levo o meu blog a sério, gente. Não acho a mínima graça em sites que se propõem a tratar de assunto tão dispensável. Eu respeito as meninas acima do peso e não gostaria, por exemplo, de ver uma amiga minha sendo exposta de tal forma. Tanto que eu nem mandei algumas fotos pra contribuir com o site dos caras. Que absurdo! Não vou nem dar o link.

domingo, dezembro 1


Ponto pro Electro

Fischerspooner são de Nova York. O nome lembra uma firma de advocacia ou agência de publicidade, é verdade. Digamos então que a sociedade é formada pelos DJs Casey Spooner e Warren Fischer. Não se fala em outra coisa. Os caras rodaram a Europa e os EUA e fizeram o povo vibrar com o show de seu cd primeiro cd #1. É electro de prima. O estilo, que já é conhecido por sua atitude despretensiosa e divertida, traz influências, lógico, de New Order, Depeche Mode e outros bacanas dos 80. E que parece ser a especialidade do sêlo alemão Deejay Gigolo, que além de Fischersponner, traz em seu elenco, Miss Kittin e Felix da Housecat. Mas a banda deixa os dois com vontade de fazer música. O carro-chefe do disco é o hit estourado nas pistas do mundo inteiro chamado "Emerge". A faixa é viciante. Tem batidas de fuder. O refrão da música, acaba definindo o som e a cara da banda: "Feels good...looks good...sounds good...feels good too!"

Casey Spooner é o maluco responsável pela carga artística e pelos figurinos alucinados dos shows da banda. No palco, aparece de lobisomen albino e encarna um demônio com cabelos de chifres. E veste as meninas como se fossem bailarinas de um "Cabaret" versão inferno. No palco, videomakers e dançarinos frenéticos fazem do espetáculo uma verdadeira orgia eletrônica.

A cena underground, o mundo da moda, os descolados de plantão e os artistas de vanguarda nova-iorquinos andam babando na banda que se pinta como "art collective". A cantora espertinha e divertida Kylie Minogue já pediu um remix para a música "Come to my World" e eles não fizeram feio. A banda promete vir pra São Paulo e eu prometo não perder este show. É música nova. E bem feita. Sounds good.