NOVIDADE! MUDAMOS DE ENDEREÇO!
Quem vai estourar o champagne?



Aliás, sobre a mostra Gay, tirando "O Céu Dividido", de Julián Hernández, só parece ter porcaria. Aliás, este é o grande problema em dividir. O segredo é juntar, não é mesmo minha gente? Filmes com personagens gays, negros, judeus, brancos, travestis, héteros, bissexuais, etc. estão presentes em vários filmes bons espalhados em diversas mostras (como é o caso de "C.R.A.Z.Y.", "Volver" e inúmeros outros).
A reportagem do Terra não chega a tocar no assunto. Diz que a norte-americana Lindsay Davenport estreou muito bem no torneio de Pequim ao derrotar a russa Anna Chakvetadze e conta que a próxima vítima da tenista é a chinesa Jie Zheng (a nossa amiga na foto ao lado). 









O novo disco dos Scissor Sisters já está rolando pela internet. "Ta Dah" é o segundo CD da banda nova-iorquina que os britânicos tanto amam e traz participações de Elton John na faixa "I Don´t Feel Like Dancing" e uma música chamada "Paul McCartney". Isso você já sabia e eu também. Mas e o disco novo? Tá bom? Bem, vamos por partes:
Depois de Lindsay Lohan mostrar a perseguida em Londres, Kate Bosworth (ex-namorada de Orlando Bloom e atriz de "Superman Returns) foi à Semana de Moda em Nova York e exibiu o fino esqueleto para os fotógrafos. Vocês viram?
Whitney Houston pediu a separação do marido Bobby Brown. A notícia vazou hoje cedo e a assessora da cantora acaba de confirmar que é tudo verdade. "Tudo deve ser finalizado em outubro. Foi vontade dela entrar com o pedido de divórcio", disse a tia.


É menino. E é mais um filho que Britney Spears põe no mundo com o marido Kevin Federline. No entanto, a melhor notícia do nascimento da criança quem escreve é a revista National Enquirer.No hospital, somente a mãe de Britney, Lynn, e a irmã Jamie Lynn estiveram presentes. Nenhum dos familiares de Kevin acompanhou o nascimento da criança.É muito esculacho na hora do parto.
"Kevin mandou um torpedo de seu celular para a família Federline para que eles soubessem do acontecido", contou a revista.





Sabe o que é muito legal? Ellen Degeneres como apresentadora do Oscar. Depois que a comediante afirmou que era gay, nove anos atrás, tudo parecia ir mal. Ellen terminou o namoro com a atriz desmiolada Anne Heche, o seriado homônimo que ela estrelava foi cancelado e Ellen perdeu o respeito em Hollywood. Agora, pelo visto, tudo voltou mais forte. Depois do sucesso do talk show "The Ellen DeGeneres Show", a comediante que já apresentou cerimônias do Grammy e do Emmy enfrenta o Oscar no dia 27 de fevereiro. Preparem-se.
Se depender de Clive Davis, o homem que a lançou para o sucesso e assinou contrato musical com Whitney Houston quando ela ainda era uma adolescente religiosa com voz de quebrar vidraça, sim. O velhinho da Arista contou para a MTV que ele e um compositor estão escrevendo músicas para o novo disco que tirará a mulher de Bobby Brown do pó e a trará de volta para as paradas. Não com essas palavras, claro.

O ator britânico conta em autobiografia que a homofobia de Guy Ritchie conseguiu afastar Madonna de seu irmão gay, Christopher Ciccone, e de outras "bichas" que ajudaram a carreira da cantora. Rupert Everett explica que os dois eram eram inseparáveis desde a infância e que foi Madonna quem o levou para o "mundo material, onde ele se mostrou uma jangada resistente em águas infestadas de tubarões"."Mas Guy e ele [Christopher] eram de planetas diferentes. Era como se o sucesso de um dependesse da ausência do outro. Outros também tiveram que partir. Guy não se sentia confortável com 'bichas' por perto e isto foi um ponto final para muitas 'fervidas' e rainhas de discoteca que ajudaram a construir o reinado da Madonna", escreve Rupert.Pelo visto, o ator quando não é visto nas telas do cinema, não usa o tempo livre só para curtir as areias em frente à Rua Farme de Amoedo, na praia de Ipanema, point gay do Rio de Janeiro. Rupert Everett acaba de lançar "Red Carpets and Other Banana Skins: The Autobiography", um livro que promete revelar o segredo de muitas celebridades de Hollywood. Em sua biografia, Rupert não só fala da amiga Madonna, mas também de Julia Roberts e Sharon Stone.
"A diferença é que um de nós é hétero e o outro é gay. O hétero anda pelo tapete vermelho com uma bela mulher e tudo dá certo. Já o gay tem que desistir de tudo e fazer filmes independentes".Na parte em que fala sobre Sharon Stone, Rupert conta que a atriz havia dito que ele seria o papel masculino principal de "Instinto Selvagem 2". Na época, a continuação do thriller erótico seria dirigido por David Cronenberg. O diretor havia adorado a idéia de ter Rupert no elenco.
"Ele [David Cronenberg] ligou para a MGM, o estúdio que estava produzindo o filme, para informar que ele tinha achado o ator. Nesta hora, tudo foi por água abaixo. Disseram para o meu agente, com todas as letras, que um homossexual era visto como um pervertido nos Estados Unidos e que o mundo nunca me aceitaria no papel. Durante uma semana, houve muitas ligações transatlânticas. Depois, minha agência começou a pesar os prós e os contras. (...) Sharon, por outro lado, nunca desitiu. 'Querido', disse ela. 'Eu não consigo acreditar no que está acontecendo. Estou com meu advogado e nós achamos que devemos parar o filme e processar o estúdio. O que você acha?' Eu deitei em minha cama, minha cabeça virava. Procurei por um cigarro, tomei um pouco de vodka e alguns remédios. De repente, pela primeira vez e minha carreira, me senti totalmente devastado e comecei a chorar".No livro, Rupert Everett também fala sobre o seu primeiro encontro com David Bowie, Andy Warhol e Bianca Jagger, aos 18 anos de idade, e do impacto que Madonna causou em sua vida.



Durante as filmagens de "Dick Tracy (1990)", Al Pacino foi presenteado com uma dança sensual feita por Madonna. O ator conta em sua biografia escrita por Lawrence Grobel que a cantora tem um corpo extraordinário e que ele guardará esta imagem com ele para sempre. No filme, Al Pacino interpretava o gângster Big Boy Caprice, dono de um cabaret que tinha Madonna, no papel da sexy Breathless Mahoney, como grande atração.





Em "Death Proof", de Tarantino, o elenco é repleto de meninas bonitas prontas para serem mortas por Kurt Russel. Além de Rose McGowan, tem Vanessa Ferlito, Jordan Ladd, Sydney Tamiia Poitier, Marley Shelton, Tracie Thoms e Mary Elizabeth Winstead. Em "Planet Terror", quem faz uma participação especial é Stacy Ferguson, mais conhecida como Fergie, do Black Eyed Peas.


Um só "American Idol" já não é suficiente para a Fox. O programa fez sucesso e eles querem mais, mais e mais. A nova empreitada da emissora se chama "Celebrity Duets". Quem viu a estréia do programa, garante: é muito tosco.
Os primeiros países da America Latina que verão a turnê "Close Encounter", de Robbie Williams, são o Chile e a Argentina. Logo depois, no dia 18 de outubro, é a vez do Brasil. O britânico de 32 anos escolheu a Apoteose, no Rio de Janeiro, para mostrar ao público o espetáculo que ele vem apresentando mundo afora desde o mês de junho. O que esperar do show? Uma brincadeira baseada no tema preferido do cantor: alienígenas. Quem já viu a turnê "Close Encounter" na Europa, garante que o palco é uma perfeita espaçonave criada pelo arquiteto Ray Winkler, que também trabalha para os Rolling Stones.
A edição 2006 do VMA, a premiação de música da MTV, foi a mais imprevisível e monótona de todos os tempos. Deu para sentir falta dos escândalos provocados por Madonna, dos discursos polêmicos do Eminem, da Britney Spears pelada, das esquisitices de Michael Jackson e daqueles números musicais de tirar o chapéu. A noite também foi recheada de zebras durante a distribuição dos prêmios.
Nas perfomances musicais, nenhuma surpresa. Ao ver a apresentação de Beyoncé para a fraquinha "Ring the Alarm", só dava para lembrar do vídeo de “Rhythm Nation” da Janet Jackson. A mesma impressão de plágio (desta vez, não premeditado) se deu quando Christina Aguilera subiu ao palco para cantar. Com aquele vestido longo e toda aquela fumaça tomando conta do espaço, só dava para lembrar de Kate Bush em “Wuthering Heights”.